segunda-feira, 16 de março de 2009

Teoria do Banheiro




Defende-se uma teoria, a de que todo mundo quando vai ao banheiro, "passar um fax", dá uma olhadinha enquanto puxa a descarga. Se essa teoria se aplica a sua pessoa,de quais dos exemplos abaixo você já participou?FANTASMA - Você sente sair, vê o bicho no papel, mas não tem nada na privada.CLEAN - Você sente sair, o bicho está lá na privada, mas o papel está limpinho.MONTINHO - Depois de limpar a bunda umas cinqüenta vezes ainda parece que não está limpo. Então você embola papel higiênico entre a bunda e a cueca pra não borrar.QUERO MAIS - Acabou de puxar a descarga, já puxou as calças até o joelho e de repente tem que começar tudo de novo.HEMORRAGIA CEREBRAL - Aquele que requer tanta força que você fica todo roxo e quase tem um derrame.TORPEDO - Tão grande que dá medo de puxar a descarga sem antes quebrar no meio com o cabo de uma escova de dentes.EMBORA EU QUEIRA - Quando você fica sentado com uma baita dor de barriga mas só sai vento. Particularmente frustrante em banheiros públicos.CAMINHÃO BASCULANTE - Sai tão rápido que mal da tempo de sentar.AERÓGRAFO - Versão diarréia do "Caminhão Basculante".Antes mesmo de você sentar, BUM! Uma carga explosiva recobre todo o interior do vaso de uma camada mais ou menos uniforme de respingos. A água continua limpinha.
ILHA - Uma massa marrom e disforme saindo pra fora da água.CHAMA O ENCANADOR - Tão grande que entope o vaso e a água transborda. Você deveria ter seguido a dica do"Torpedo".HÉRNIA DE DISCO - Requer tanta força que você acha que está saindo de lado.ESTOU PARINDO - Um cruzamento do torpedo" com o "Hérnia de Disco". O produto assemelha-se, em tamanho e formato, a uma lata de batatinhas Pringle's. Depois que sai você sente um vazio interior. RABO DE MACACO - Não para de sair: Você tem duas escolhas, ou ir puxando a descarga e continuar mandando brasa, ou arriscar-se a ver o bicho ir empilhando até chegar na sua bunda.
COELHINHO - Um monte de cocozinhos redondos que parecem bolinhas de gude e que fazem barulhinho ao cair na água.CABUM - Desce de uma vez, em MRU (Movimento Retilíneo Uniforme).PROMETO MASTIGAR MELHOR - Quando o pacote de Doritos da noite passada parece vidro moído ao descer.MORREU UM BICHO AQUI DENTRO - Também conhecido como "LIXO ATÔMICO" ou "CACHORRO MORTO". É claro que você não avisa ninguém do odor infecto. Em vez disso, você fica disfarçadamente perto da porta do banheiro fazendo força pra não dar risada enquanto as pessoas saem correndo e engasgando ali de dentro.AINDA TEM UM PENDURADO - Tem que esperar pacientemente o último pedaço cair, porque se você tentar limpar agora, vai borrar tudo.LANÇA CHAMAS - Chamusca os pelinhos. Faz você jurar nunca mais chegar perto de acarajé.PRIMOGÊNITO - Tão perfeito, marrom e saudável que dá pena de puxar a descarga.MIGUEL - Poderia muito bem ser um "Primogênito", mas se esconde no vão da privada antes que você possa apreciar.LAGARTIXA - Mesmo com mais de 10 descargas, ele continua grudado na porcelana do vaso.

domingo, 15 de março de 2009

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível". A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido: - Alguma pergunta? - Tenho sim. E o Beethoven? - Como? - o encara o gestor confuso. - O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o Beethoven? Silêncio. Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Albert Einstein? Picasso? Zico? Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis. Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar 'seus gaps' . Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis obsessivo... O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto. Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em ' melhorar as fraquezas ´ de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos. Quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu, ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:" Estamos todos muitos tristes com a partida de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível "
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único.....com toda certeza ninguém te substituirá. " A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir, por mais estranho que seja o motivo. A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui, devemos aproveitá-la ao máximo ."

domingo, 8 de março de 2009

Chefe

Quando o corpo foi criado, todas as partes queriam ser o Chefe. O cérebro foi logo dizendo:- Eu deveria ser o Chefe porque controlo todas as respostas e funções do corpo.Os pés disseram:- Nós deveríamos ser o Chefe porque carregamos o cérebro para onde ele quiser ir.As mãos disseram:- Nós é que deveríamos ser o Chefe porque fazemos todo o trabalho e ganhamos o dinheiro.E assim foi com o coração, pulmões, olhos, até que chegou a vez do ânus falar.Todas as partes riram da pretenção do ânus querer ser o Chefe. E daí o ânus entrou em greve, bloqueou-se e recusou-se a trabalhar. Em pouco tempo os olhos ficaram vesgos, as mãos crisparam, os pés se retorceram, o coração e os pulmões entraram em pânico e o cérebro teve febre. No final todos concordaram que o ânus deveria ser o Chefe, e a greve acabou. Todas as outras partes fizeram seu trabalho e o novo Chefe sentou e deixou passar a merda!
Moral da história: Você não precisa de cérebro para poder ser um Chefe. Qualquer cuzão pode ser.


Autor desconhecido.

Problema



O que não tem remédio remediado está, como diz o ditado. Problema é o que não falta na vida da gente, até mesmo quando é vendido como remédio, como se vê. E tem gente com todo tipo de problema e problema pra todo tipo de gente. Conheço quem adore um, trata feito animal de estimação ou planta rara que precisa ser hidratada e adubada todos os dias. Deus o livre se o problema morre, a pessoa padece de falta e alguns não conseguem nem disfarçar o luto, tamanha dor da perda. Também há aqueles que gostam de resolver problema, "Tem problema aí? Deixa comigo!" Há quem não goste, não reconheça e não resolva, "Problema? Onde? Enlouqueceu?". Nesse perfil é muito comum encontrarmos quem negue o problema de tal modo que não consiga articular corretamente e chama de pOblema -- o que não exime a criatura de ter que encarar mais esse problema, o de falar corretamente.Não podemos esquecer daqueles cuja criatividade abundante arruma problema onde não tem ou, pelo menos, onde não precisaria ter. Esses, chamados visionários, quase mediúnicos, enxergam pêlo em ovo e chifre em cabeça de cavalo -- confesso que eu, às vezes, só às vezes, padeço desse mal. Existe ainda aquele tipo que reconhece o problema, sabe quem pariu mas chama de pendência, pepino, obstáculo, contratempo. E é onde me enquadro. Exceto se for uma quase fatalidade, aos 42 minutos do segundo tempo, me recuso, me nego, não tem por onde dar munição e chamar bandido pelo nome. Sem essas intimidades. Nego tanto que só me permito aqui. Gosto de dizer, ingenuamente, é verdade, que problema bom é aquele que o dinheiro resolve, mas falta de dinheiro pode ser um grande problema, sem dúvida. Embora dinheiro seja matemática e até eu, que sempre me dei melhor com letras do que com números, concordo que problema bom é o que a matemática pura e (dita) exata propõe. Então, vamos ser honestos: problema bom é problema resolvido. O resto é fórmula de máscara.



Missão cumprida, vou ali resolver uns contratempos. E você, preste atenção: o dia está bonito, a temperatura está subindo, é quase primavera... Não fica aí na frente desse computador arrumando problema.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Súplica


Me faltam as Letras que, em harmonia formam palavras e nessa ordem frases e textos incríveis aos olhos de quem lê...

O que quer ler na próxima?

Deixe seu pedido nos comentários,

Quem sabe Você seja o motivo da minha Inspiração!

terça-feira, 3 de março de 2009



Estes dias me perguntaram o que era amor.
Put4 que p4ríl! Na hora eu não sabia como responder, mas, ai quando bati a cabeça no travesseiro percebi …

… o amor me escraviza, mas também é minha única libertação. Quem em sã consciência não quer amar? O problema é saber a quem amar, a quem se entregar de coração aberto? Sim, por que quando amo quero tudo, o amor só compensa quando temos o outro ao nosso lado pra o que der e vier. O amor é o acesso mais óbvio a suprir a minha ou nossa outra parte, aquela que diz coisas que não esperamos, amamos pessoas que nos fazem mil promessas e nos largam. Se dependesse de mim encontraria o amor da minha vida na próxima esquina. Infelizmente não é assim. Então continuo a procurar. Em cada olhar, em cada esquina, em cada viagem, em cada momento abro espaço pra um novo amor. Sento e vejo o vasto espaço que tem em meu peito, pronto pra ser ocupado. O amor é uma divisão. Amar é ceder espaço dentro do nosso peito. Amar é respeitar e ser respeitado. Procuro um amor simples. Mas repleto de surpresas. As melhores surpresas surgem de palavras simples. Dos atos dos quais sempre esperamos do outro e finalmente eles surgem. Vejo que estou apaixonado quando um simples - oi meu bem, é dito e da uma pontada no peito. A palavra se junta com a atitude e o olhar do ser e pronto. Estou apaixonado e depois amando e com os olhos brilhando, depois escrevo o nome da pessoa na mão e sinto falta de ar quando a vejo. Isto é viver bem. Isto é estar envolvido. Na vida o que buscamos? Amor? Felicidade? O que? Gosto da solidão e ao mesmo tempo ela me fere com um punhal. Temos que através de um relacionamento mostrar que somos necessários ao outro. Temos que avisar que adoramos ser amados. Então nos tornamos um só. Ao tornar-mos um só tudo pode ser vivido intensamente. Tudo tem outra cor. Tudo é valido. Andamos com nosso amor na chuva e sorrimos. Chegamos até a curtir uma dupla gripe… Qualquer programa com a pessoa amada é pura desculpa pra estar juntos. Somos muitos em duas pessoas apenas. Somos uma festa em uma sala pequena. Estou apaixonado… Isso basta. O mundo pode acabar que eu irei descobrir só daqui uns dias. Então como vou me pirar de amar? Será que é correto continuar fazendo isso?
Aaaai o amor!

...


...Volto logo.



Depois eu conto o que aconteceu... eu acho.
É só por um minuto.