quarta-feira, 24 de junho de 2009

Parabéns Kernon



É mano, vai casar em...

No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas.

É jamais ser muito velho para dar-se as mãos.

É lembrar de dizer "te amo", pelo menos uma vez ao dia.

É nunca ir dormir zangado. É ter valores e objetivos comuns.

É estar unidos ao enfrentar o mundo. É formar um círculo de amor que una toda a família.

É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer.

É proporcionar uma atmosfera onde cada qual possa crescer na busca recíproca do bem e do belo.

É não só casar-se com a pessoa certa, mas ser o companheiro perfeito."

E para ser o companheiro perfeito é preciso ter bom humor e otimismo. Ser natural e saber agir com tato.

É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante.

É mostrar admiração e confiança, interessando-se pelos problemas e atividades do outro. Perguntar o que o atormenta, o que o deixa feliz, por que está aborrecido.

É ser discreto, sabendo o momento de deixar o companheiro a sós para que coloque em ordem seus pensamentos.

É distribuir carinho e compreensão, combinando amor e poesia, sem esquecer galanteios e cortesia.

É ter sabedoria para repetir os momentos do namoro. Aqueles momentos mágicos em que a orquestra do mundo parecia tocar somente para os dois.

É ser o apoio diante dos demais. É ter cuidado no linguajar, é ser firme, leal.

É ter atenção além do trivial e conseguir descobrir quando um se tiver esmerado na apresentação para o outro.

Um novo corte de cabelo, uma vestimenta diferente, detalhes, mas importantes.

É saber dar atenção para a família do outro pois, ao se unir o casal, as duas famílias formam uma unidade.

É cultivar o desejo constante de superação.

É responder dignamente e de forma justa por todos os atos.

É ser grato por tudo o que um significa na vida do outro.



Seja muito feliz Irmão, e que tudo aquilo que lhe for anciado, Deus te proporcione ao longo dos dias!
Te amo. Deus te abenções hoje e sempre.


ps.: Valew pelo convite. hehehe

sábado, 13 de junho de 2009

Porque bocejamos ao ver alguem Bocejar



O comportamento contagioso do bocejo segue sendo um dos grandes mistérios de nossa vida. A natureza do bocejo resulta tão cativante, que existem múltiplas teorias desenvolvidas a respeito. Algumas delas inclusive foram financiadas por projetos de pesquisa governamental. Um estudo sobre o cérebro, do governo finlandês, confirmou que o contágio do bocejo é em grande parte inconsciente. Este novo estudo foi também o primeiro em reconhecer um signo neurofisiológico do contágio do bocejo: a desativação de uma parte do hemisfério esquerdo do cérebro. Esta zona do cérebro foi relacionada com a análise das expressões faciais inconscientes. Costuma-se bocejar por cansaço, sono ou aborrecimento, mas pode ser em outros momentos. Ao fazê-lo esticam-se os músculos, se lacrimeja, se saliva, abrem-se as trompas de Eustáquio e sucedem outras coisas imprecisas. O bocejo segue seu curso durante uma média aproximada de seis segundos, mas sua duração pode variar entre ao redor de três segundos e meio e superar em muito a média normal. Não se pode bocejar ao acaso o qual possui uma intensidade característica, por cuja razão não se pode ser contido. Os bocejos chegam em ondas e o intervalo entre um bocejo e outro varia ao redor de 68 segundos. Todos os animais vertebrados bocejam em maior ou menor intensidade; em algumas espécies mais os machos que as fêmeas (entre humanos ambos sexos com igual freqüência). Além dos mamíferos também bocejam os répteis, os peixes, os anfíbios e as aves. Ainda que todos os vertebrados bocejem, sós os humanos e os chimpanzés têm um bocejo contagioso, por ser duas espécies que desenvolveram uma complexidade social superior ao resto. Entre as características dos bocejos podem ser citadas: •Em pessoas esquizofrênicas ou com autismo, que apresentam algum problema na capacidade de comunicação, o bocejo por contágio está praticamente anulado. •Quando você vê alguém bocejando numa sala, tua resposta instintiva é também bocejar. No entanto, isto não significa que esteja enfrentando à necessidade de dormir. Os cientistas descobriram que bocejar é um processo que protege nosso cérebro do sobre-aquecimento e que ademais atua como sinal de alerta para outros. •Descobriram que bocejar serve como um mecanismo de esfriamento do cérebro. No curso do dia, nosso cérebro esquenta-se até ao ponto de queimar, ele só, um terço das calorias que consumimos. Para conseguir funcionar de forma mais eficiente, o cérebro necessita ser esfriado. Por isso, quando uma pessoa boceja, se incrementa instintivamente o fluxo de sangue que contribui para o frescor. •Os experimentos demonstraram que o cérebro se esfria através da respiração pelo nariz, já que o apêndice nasal esfria o ar que o sangue leva ao cérebro. •Se tentamos reprimir ou evitar, o processo resulta insatisfatório, inclusive incômodo. •Não se pode interromper uma vez iniciado pois possui uma intensidade característica. •É contagiante. Outras teorias que se propuseram sobre o bocejo são as seguintes: •A teoria fisiológica – De acordo com esta escola de pensamento, nossos corpos induzem-nos ao bocejo para obter mais oxigênio ou para eliminar o excesso de dióxido de carbono. Esta teoria sustenta-se para explicar por que as pessoas bocejam em grupos. No entanto, a mesma teoria deixa de ser válida quando nos damos conta de que as pessoas não bocejam ao realizar exercícios físicos. •A teoria de Boredom – Ainda que habitualmente bocejamos quando nos aborrecemos ou nos cansamos, esta teoria também nos explica por que bocejamos em público. •A teoria evolutiva – Alguns acham que o contagioso bocejo dos humanos está relacionado com o instinto dos animais de mostrar seus dentes como mostra de intimidação e territorialidade. A próxima vez que alguém bocejar enquanto você conta uma história, não se sinta ofendido. Essa pessoa está tentando desesperadamente manter-se alerta. Segundo os psicólogos da Universidade de Albany, em Nova York, o bocejo não se manifesta quando estamos aborrecidos ou tentando dormir. Também não é uma grosseria. Em realidade, seu corpo está tratando desesperadamente manter seu cérebro lúcido e acordado. Segundo os pesquisadores, um bocejo envia ar fresco ao cérebro, o que nos ajuda a nos manter alerta. Portanto, diz o estudo publicado na revista Psicologia Evolutiva, um bocejo atrasa o sono e não o estimula, como alguns pensam. O desejo que sentimos de bocejar quando outros o fazem poderia ser um mecanismo de grupo para nos ajudar a nos manter alerta quando enfrentamos perigo. O fato de bocejar quando se vê a outra pessoa o fazer se chama ecocinese: imitação involuntária de gestos vistos em outras pessoas. Na área cirúrgica, quando um paciente boceja, o mais provável é que sua pressão arterial esteja baixando, quase nunca falha. Outro fator que leva ao bocejo é a síndrome de abstinência a heroína.



domingo, 7 de junho de 2009

Inclusão Digital, você também pode.





Aqui vem o guia prático, pratico não, súper prático pra você que está entrando nessa onda.
Em 10 passos você será o mais novo capacitado pra entrar pra turma.

1 - Lan House é um passo primordial para quem deseja ingressar na era da inclusão digital, ela Vai te conectar à internet, “O mundo virtual!” você terá a chance de conhecer novos horizontes, buscar diretrizes de conhecimento nunca antes imaginadas, mas esqueça isso tudo! Você só precisará acessar o MSN e o ORKUT.
2 - Mesmo que você não entenda de computador, e quiser comprar um, escolha um com a CPU preta (São os mais possantes do mercado),
3 - Se não tiver scanner, vá a lan house mais próxima e scaneie fotos antigas que estão quase sem cor e salve! Você irá precisar delas para o passo numero 8.4
4 - Um importante passo na era da inclusão digital é adquirir uma câmera digital, sabe aquela que é exclusiva da TecnoMania? É! ela mesmo a tekpix, não conhece? É uma câmera 4 em 1 com funções de filmadora, câmera fotográfica digital, gravador de voz digital e WebCam. Uau.
5 - Se você não se adequar as facilidades de crédito da TecnoMania, use e abuse do celular com câmera, não importa se ele possua baixa resolução, o importante é tirar foto! Como eu disse você irá precisar delas para o passo numero 8.4.
6 - Prepare o seu vocabulário, aquele mesmo que você não exercita desde a quinta série nas redações da professora onde você dizia como foram as férias, esqueça dicionários! Saiba que para escrever bem atualmente só é preciso expressar idéias, essas coisas de escrever certo está em desuso pela linguística, frases prontas são a bola da vez atualmente.
7 - Agora que você já está na lan house ou tem um computador com a CPU preta, a Tekpix ou o celular com baixa resolução, e uma pasta cheia de fotos antigas scaneadas, se prepare… A diversão vai começar!
8 - Faça seu perfil do orkut(de preferência mais de um) mediante os passos abaixo.
8.1 Nome; não coloque seu nome nesse campo, prefira frases prontas do tipo Gatxinha, Taradinho, 100% sexy, VidaLoka e afins.
8.2 Quem sou eu; copie e cole letras de musicas de Bandas como Chiclete com Banana ou Ivete Sangalo e Felipe Dylon, está achando complicado? Então coloque o hino do seu time preferido e não se esqueça (nunca se esqueça) de dizer “Só ADD com Scrap”.
8.3 Siga as demais perguntas do perfil nessa mesma linha de raciocínio.
8.4 Álbum; use e abuse das fotos dos passos 2 e 4, no seu álbum é fundamental e sadio fotos apenas do seu rosto com língua de fora fazendo aquele gesto sexy mundialmente conhecido, coloque no mínimo 10 fotos tiradas no mesmo dia em seu quarto, é pertinente que você mostre ângulos da casa que passam desapercebidos como o mofo da parede, a gaiola do passarinho, a cozinha com pratos a serem lavados, e a imundície de seu banheiro(deixe em evidencia calcinhas,cuecas e etc), ou a piscina de plástico armada no quintal de sua casa! Não tem foto? não comprou a tekpix e não tem celular de câmera? Não se preocupe! Coloque imagens de bichos, cenários e montagens feitas no MSpaint.
8.5 Legenda; descreva resumidamente as suas fotos com frases de efeito como “Gostou? entra na fila!”, “É nois maluko” , “VidaLoKa correria” “Gostosinha” “tou na area” e “O Terror das cachorras”.
8.6 - Use e abuse de scraps COLORIDOS para seus amigos, dê preferência aos que possuam animações que demoram a serem carregadas e que possuam áudio(Todos amam essa demonstração de carinho e afeto), copie e cole na velocidade da luz para todos os seus amigos (Sempre as mesmas mensagem para ninguém ficar com ciúme), e o faça repetidas vezes durante o dia. Quase me esquecia dos Salmos bíblicos e intermináveis poemas com molduras coloridas e brilhantes.
9 - MSN; esse aí não tem mistério, escreva da forma que quiser, porém lembre-se do passo 5. Utilize ao extremo a substituição do “qu” por “k”, do “ch” por “X” e coloque a maioria das palavras no diminutivo, isso demonstrará que você é uma pessoas despojada e que é atenta às tendências.
10 - Ainda no MSN explore ao máximo a substituição de palavras usuais como “eu”, “tchau”, “você” “tu” e afins por Emoticons(animações coloridas e vibrantes que dão vida e ânimo ao bate-papo), não existe na face da Terra quem não ache esses desenhinhos fofos, amáveis e divertidos.
Pronto! agora você já foi incluído na Era Digital(ou seja MSN e ORKUT) tramitando entre todos os passos citados acima você será bem quisto e aceito em todos os círculos de amizade, se ninguém te aceitar como amigo, não responder aos seus scraps coloridos(aqueles bem fofinhos) e te bloquearem no MSN, isso é normal… Se necessário triplique os scraps coloridos(aqueles bem fofinhos) e Emoticons.
Boa Sorte!
Se você tem ou faz parte de um blog, então você pode dizer: “Sou quase um Bill Gates, um Tim Berners-Lee, ou Larry Page & Sergey Brin.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Anjos e Demonios Cap 6

Sessenta e quatro minutos se passaram e um incrédulo e ligeiramente nauseado
Robert Langdon desceu a escada do avião na pista banhada pelo sol. Uma brisa
fresca fez ondular as lapelas de seu paletó de tweed. A sensação de espaço aberto
era maravilhosa. Ele apertou os olhos para ver melhor o vale coberto de verde e,
acima, os picos cobertos de neve que rodeavam inteiramente o local onde
estavam.
Estou sonhando, disse a si mesmo. Vou acordar a qualquer momento.
- Bem-vindo à Suíça - gritou o piloto acima do ruído dos motores HEDM do X-33
por trás deles.
Langdon conferiu o horário. Eram 7h07 da manhã.
- O senhor acabou de cruzar seis fusos horários - explicou o piloto. – Já passa um
pouco de uma hora da tarde aqui.
Langdon acertou o relógio.
- Como está se sentindo?
Ele esfregou o estômago.
- Como se tivesse comido um pedaço de isopor.
O piloto assentiu.
- Por causa da altitude. Estávamos a 60 mil pés. A gente fica 30 por cento mais
leve lá. Sorte que foi apenas um pulinho de nada. Se tivéssemos ido para Tóquio,
eu teria subido o máximo possível - mais de 160 mil metros. Isso é que deixa o
estômago embrulhado para valer.
Langdon fez um gesto cansado de cabeça e apreciou a sua boa sorte. De modo
geral, o vôo fora surpreendentemente comum. Exceto pela sensação de
esmagamento acelerado nos ossos do corpo durante a decolagem, o movimento no
interior do avião fora bem característico - uma leve turbulência de vez em quando,
umas poucas mudanças de pressão enquanto ganhavam altura, mas nada que
indicasse que estavam cortando o espaço a uma atordoante velocidade de 20 mil
quilômetros por hora.
Uma porção de técnicos aproximou-se correndo para cuidar do X-33. O piloto
acompanhou Langdon até um Peugeot sedã preto estacionado atrás da torre de
controle. Pouco depois, seguiam por uma estrada asfaltada que se estendia através
da parte baixa do vale. Um amontoado indistinto de construções delineava-se à
distância. Do lado de fora do carro, os campos relvados passavam depressa, um
borrão verde.
Langdon observou espantado o piloto fazer o velocímetro alcançar 170
quilômetros por hora.
Qual seria o problema daquele sujeito com relação à velocidade? - ponderou ele.
- São cinco quilômetros até o laboratório - disse o piloto. - Vai estar lá em dois
minutos.
Langdon procurou em vão o cinto de segurança. Por que não em três minutos para
chegarmos vivos? O carro seguia em disparada.
- O senhor gosta de Reba? - perguntou o piloto, empurrando uma fita cassete no
toca-fitas do carro.
Uma mulher começou a cantar: "É só o medo de estar só..."
Esse medo eu não tenho, pensou Langdon, distraído. Suas colegas costumavam
caçoar que sua coleção de peças de museu não passava de uma tentativa evidente
de encher uma casa vazia, uma casa que, segundo elas, seria muito favorecida
pela presença de uma mulher. Langdon sempre ria disso, lembrando-lhes que já
tinha três amores em sua vida: a simbologia, o pólo aquático e o celibato, sendo o
último uma liberdade que lhe permitia viajar pelo mundo, dormir até a hora que
bem entendesse e desfrutar de noites sossegadas em casa com uma bebida e um
bom livro.
- Aqui é como se fosse uma cidade pequena - explicou o piloto, arrancando
Langdon de seu devaneio. - Não existe só o laboratório. Temos supermercados,
um hospital e até um cinema.
Langdon balançou vagamente a cabeça e voltou a atenção para o aglomerado de
construções que se aproximava.
- Na realidade - o piloto acrescentou -, temos aqui a maior máquina do mundo.
- É mesmo? - Langdon correu os olhos pelo campo.
- Não dá para vê-la daqui, senhor. - O homem sorriu. - Está enterrada a uns 20
metros de profundidade.
Langdon não teve tempo de perguntar mais nada. Sem avisar, o piloto pisou firme
no freio. O carro derrapou e parou junto a uma cabine reforçada de segurança.
Langdon leu a placa diante deles: SECURITE. ARRÊTEZ. Foi tomado por uma
súbita onda de pânico ao se dar conta de onde estava.
- Meu Deus! Eu não trouxe meu passaporte!
- Não é necessário - o motorista garantiu. - Temos um acordo com o governo
suíço.
Langdon, pasmo, viu seu motorista entregar um cartão de identificação ao guarda,
que o passou em um aparelho eletrônico de autenticação. Uma luz verde se
acendeu na máquina.
- Nome do passageiro?
- Robert Langdon - respondeu o motorista.
- Convidado de quem?
- Do diretor.
O guarda arqueou as sobrancelhas. Virou-se e examinou uma lista impressa,
conferindo o que lera nos dados da tela de seu computador. Depois, voltou para a
janela.
- Boa estada, senhor Langdon.
O carro disparou outra vez, acelerando mais uns 200 metros em torno de um
amplo acesso circular que levava à entrada principal das instalações. Diante deles
erguia-se uma estrutura retangular ultramoderna toda feita de vidro e aço.
Langdon admirou a notável construção transparente. Sempre fora um grande
apreciador de arquitetura.





- A Catedral de Vidro - explicou seu acompanhante.
- Uma igreja?
- Que nada. Igreja é uma coisa que não temos aqui. A religião deste lugar é a
Física. Pode usar o nome de Deus em vão quanto quiser - riu ele -, mas não se
atreva a falar mal de quarks nem de mésons.
O motorista fez a curva e parou na frente do prédio de vidro. Langdon estava
atônito. Quarks e mésons? Fronteira sem controle? Jato Mach 15? QUEM são
esses caras, afinal? E leu a resposta gravada em uma placa de granito na fachada
do prédio:
CERN
Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire
- Pesquisa nuclear? - perguntou Langdon, certo de que traduzira corretamente.
O motorista não respondeu. Inclinado para o painel do carro, ocupava-se em
ajustar o toca-fitas.
- O senhor fica aqui. O diretor vem encontrá-lo nesta entrada.
Langdon viu um homem em uma cadeira de rodas saindo do prédio. Parecia ter
pouco mais de 60 anos.
Magro e pálido, inteiramente calvo e com um rosto severo, vestia um jaleco
branco e calçava sapatos sociais, que apoiava com firmeza no suporte da cadeira.
Mesmo de longe, seus olhos pareciam sem vida, como duas pedras cinzentas.
- É ele? - Langdon perguntou.
O motorista ergueu os olhos, virou-se e deu um sorriso agourento para Langdon.
- Falando do diabo...
Sem saber muito bem o que o esperava, Langdon desceu do carro.
O homem da cadeira de rodas apressou-se na direção de Langdon e estendeu-lhe a
mão fria e úmida.
- Senhor Langdon? Fui eu quem falou com o senhor ao telefone. Meu nome é
Maximilian Kohler.